sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Tile

E agora algo novo. Tile. Um dispositivo para encontrarem o vosso querido equipamento fotográfico perdido.




http://www.thetileapp.com



Worst Camera of the Year Award

Qual a melhor camera de 2013? Nada de especial. Chato. Mais uma…
Mas interessante mesmo é votar na pior camera de 2013! Isto sim! Votem! Eu já escolhi a minha…




http://photorumors.com/2013/12/18/worst-camera-of-the-year-2013/

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

How to get your ideas to spread



Uma palestra de Seth Godin ainda bem actual que vale sempre a pena lembrar. Como é que conseguimos comunicar num mundo de abundância?


http://www.ted.com/talks/seth_godin_on_sliced_bread.html

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

photo-taking-impairment effect

Fotografamos muito e lembramo-nos de muito pouco

Investigadora na área da Psicologia revela que recordamos mais facilmente objectos se não os fotografarmos
Texto de Luís Octávio Costa • 11/12/2013 - 18:03
Jornal Público

"As pessoas sacam das máquinas fotográficas quase sem pensar para capturar um momento, a tal ponto que estão a perder o que está a acontecer mesmo à sua frente". Nunca o sentido desta frase foi tão literal. Linda Henkel, investigadora na área da Psicologia, apresentou dados que sustentam a teoria de que as pessoas guardam menos memórias dos objectos quando os fotografam.

A experiência, cujos resultados foram publicados na revista Psychological Science, foi montada o Museu de Arte Bellarmine, na Universidade de Fairfield, nos Estados Unidos. Vinte e oito estudantes universitários foram conduzidos através das salas do museu e convidados a prestarem atenção a determinados objectos (15 com e outros tantos sem recurso a máquina fotográfica ou smartphone). No dia seguinte, a memória dos mesmo estudantes foi testada.

Os resultados revelaram que os alunos tinham prestado mais atenção aos objectos que não tinham captado com as lentes, aquilo a que a investigadora apelida de "photo-taking-impairment effect". "Quando as pessoas contam com a tecnologia para se lembrarem por elas — quando contam com a máquina para gravar um evento e por isso não precisam elas próprias de se lembrar dele —, isso pode ter um efeito negativo na forma como elas recordam as suas experiências", explica a cientista no site da Associação para as Ciências da Psicologia.

A teoria sofre um desvio sempre que algum aluno fez “zoom”, focalizando a sua atenção num determinado pormenor de um objecto. Um detalhe fotografado permite fixar a memória futura desse objecto como um todo e não apenas desse pormenor. "Isso revela que o olhar da mente e o olhar da câmara não é o mesmo", conclui Henkel, que agora pretende perceber se a fotografia recorrente influencia a memória no futuro, principalmente tendo em conta que esta foi uma experiência em ambiente controlado. Como será que se comporta o cérebro em circunstâncias normais e com situações que realmente querermos recordar?

Muitos poderão argumentar que as fotos servem precisamente para-mais-tarde-recordar. Este estudo também tem uma resposta na ponta da língua: "A quantidade de fotos e a falta de organização dos arquivos digitais pessoais desencoraja muitas pessoas de acederem aos mesmos. Para nos recordarmos das situações, temos de aceder aos ficheiros e interagir com eles e não apenas fotografar e acumular".



Employ Adam: Adam Pacitti's Video CV

Employ Adam



A criatividade pode ser uma arma para resolvermos os nossos problemas. É isto que Seth Godin chama de Vaca Púrpura…
Aparentemente resultou. Adam recebeu várias propostas de emprego.


http://www.dailymail.co.uk/news/article-2279261/Adam-Pacitti-spent-500-billboard-begging-job-spends-pay-packet-say-thanks.html